Terra de diamantes, barcos e mãos decepadas, Antuérpia fica apenas a uma horita de caminho (em comboio) de Bruxelas. Fui lá, com o João, há umas duas semanas.
Pareceu-me uma versão mais pequena de Bruxelas, com a sua praça central e os edificios imponentes. Mas ver o rio foi digno de nota, já cá faltava ver algo azulão depois de estar cá há tanto tempo (continuo a preferir o Tejo, o Sado, o Mondego e o Douro, mesmo assim
).
Visitámos a casa/estúdio do pintor flamengo Rubens (ai ai, quem me dera ter uma casa assim lol), comemos wafles (e não gaufres, porque já não estávamos na região francófona
), vimos o rio e os monumentos. E, no final do dia, as recordações para mais tarde recordar eram assim:
De reparar na estátua: representa a lenda que deu origem ao nome de Antuérpia (algo como mão decepada) – um soldado romano que derrotou um gigante, cortou-lhe a mão e atirou-a para o rio lol e na estátua sai água da mão, como se fosse sangue…um pouco bárbaros estes flamengos!!












